As siglas mais populares do mercado financeiro no Brasil

As siglas mais populares do mercado financeiro no Brasil

As siglas mais populares do mercado financeiro no Brasil incluem:

 

Bovespa (BM&F Bovespa), que é a bolsa de valores de São Paulo, e a BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros), que é a bolsa de derivativos. Outras siglas comuns incluem CETIP (Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos), ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) e SELIC (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia).

 

Outras siglas comuns incluem:

 

IBOV (Índice Bovespa): é o principal indicador de desempenho da Bolsa de Valores de São Paulo, composto pelas ações de maior liquidez e representatividade do mercado.

CDI (Certificado de Depósito Interbancário): é a taxa de juros utilizada como benchmark para o mercado financeiro e se refere à taxa média dos empréstimos interbancários.

Selic: é a taxa básica de juros da economia brasileira, utilizada como referência para outras taxas e investimentos.

CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) são dois tipos de títulos de renda fixa emitidos por empresas e instituições financeiras e garantidos por recebíveis de projetos imobiliários e agropecuários, respectivamente.

LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) são outros tipos de títulos de renda fixa emitidos por bancos e garantidos por créditos imobiliários e agropecuários, respectivamente.

FII (Fundo de Investimento Imobiliário) e FIP (Fundo de Investimento em Participações) são fundos de investimento que visam aplicar recursos em ativos imobiliários e em outras empresas, respectivamente.

CVM (Comissão de Valores Mobiliários) é a autarquia federal responsável por regular e fiscalizar o mercado de valores mobiliários no Brasil.

CBLC (Câmara de Compensação e Liquidação de Títulos) é a empresa responsável pela compensação e liquidação de operações de títulos no mercado de renda fixa e de derivativos no Brasil.

 

 Além das siglas mencionadas anteriormente, algumas outras siglas comuns no mercado financeiro brasileiro incluem:

 

Dólar Futuro: é o contrato de compra ou venda de dólares americanos em uma data futura.

IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo): é o principal indicador de inflação no Brasil.

IR (Imposto de Renda): é o imposto federal sobre renda e proventos de qualquer natureza no Brasil.

TD (Taxa de Juros de Longo Prazo): é a taxa utilizada como benchmark para o mercado de títulos públicos no Brasil.

PN (Preference Share): é uma ação preferencial que geralmente tem prioridade no recebimento de dividendos e no reembolso do capital, em comparação com as ações ordinárias.

ON (Ordinary Share): é uma ação ordinária que geralmente tem direito a voto nas assembleias gerais da empresa, mas não tem prioridade no recebimento de dividendos ou no reembolso do capital.

ETF (Exchange-Traded Fund): é um fundo negociado em bolsa, composto por uma cesta de ativos, como ações, títulos, moedas ou commodities, que busca replicar o desempenho de um índice de mercado ou setor específico.

CDB (Certificado de Depósito Bancário): é um título de renda fixa emitido por bancos comerciais, de investimento e de desenvolvimento, com a finalidade de captar recursos para a sua atividade bancária.

LCA (Letra de Crédito do Agronegócio): são títulos emitidos por bancos, com garantia de créditos rural e agropecuário.

LFT (Letra Financeira do Tesouro): é um título público emitido pelo Tesouro Nacional, com remuneração baseada na taxa Selic.

BDR (Brazilian Depositary Receipt): é um certificado de depósito emitido por bancos depositários, que representa ações de empresas estrangeiras listadas na Bolsa de Valores de São Paulo.

CCT (Certificado de Crédito do Agronegócio): são títulos emitidos por sociedades de crédito rural e cooperativas de crédito, garantidos por créditos concedidos ao agronegócio.

LC (Letra de Câmbio): é um título de renda fixa emitido por bancos, garantido por títulos de crédito ou operações de câmbio.

COE (Certificado de Operações Estruturadas): é um título emitido por instituições financeiras, que combina características de renda fixa e renda variável.

FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios): são fundos de investimento que aplicam seus recursos em direitos creditórios de empresas e pessoas físicas.

Poupança: é um produto bancário de renda fixa, onde os recursos são aplicados em títulos públicos e a remuneração é baseada na taxa Selic.

Tesouro Direto: é um programa do Tesouro Nacional que permite aos investidores aplicarem diretamente em títulos públicos federais através da internet.

FGC (Fundo Garantidor de Crédito): é uma entidade privada sem fins lucrativos, que garante os depósitos bancários até o limite de R$ 250.000,00.

Sistema Financeiro Nacional (SFN): é o conjunto de instituições e mercados que compõem o sistema financeiro brasileiro.

 

Essas são algumas das siglas adicionais do mercado financeiro no Brasil, mas existem muitas outras relacionadas a produtos financeiros específicos ou a instituições e regulamentos específicos. Lembrando que essa lista pode não estar completa, pois o mercado financeiro e as regulamentações podem mudar com o tempo.

 

Acompanhar essas siglas e seus significados é importante para entender e avaliar as oportunidades de investimento no mercado financeiro.

 

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é uma entidade privada sem fins lucrativos, criada em 1995, com o objetivo de garantir os depósitos bancários até o limite de R$ 250.000,00. Ele foi criado após uma série de crises bancárias no Brasil, como forma de proteger os depositantes e fortalecer a confiança no sistema financeiro.

 

A importância do FGC reside na garantia oferecida aos depositantes, o que minimiza o risco de perda de seus recursos em caso de falência de uma instituição financeira. Isso aumenta a confiança dos investidores no sistema financeiro e estimula a poupança e o investimento. Além disso, o FGC também contribui para a estabilidade financeira, uma vez que assegura a manutenção dos fluxos de caixa das instituições financeiras e evita o risco de contagem, ajudando a manter a estabilidade do sistema financeiro como um todo.

 

A cobertura do FGC é automática e gratuita, e abrange todos os depósitos, incluindo contas correntes, poupanças, contas de investimento e outros tipos de depósitos, sem exceção. O limite de garantia é atualizado anualmente, e atualmente é de R$ 250.000,00.

 

Em caso de falência de uma instituição financeira, o FGC garante o pagamento dos depósitos garantidos dentro de até 10 dias úteis após a data de liquidação.

 

Em resumo, o Fundo Garantidor de Créditos é uma importante ferramenta de proteção aos depositantes e de estabilidade no sistema financeiro brasileiro, aumentando a confiança dos investidores e estimulando a poupança e o investimento.

 

A primeira instituição financeira a ser salva pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) no Brasil foi o Banco Nacional de Crédito (BNC), em 1995. O banco enfrentava dificuldades financeiras devido a uma série de más decisões de investimento e administração, e sua situação se agravou com a crise financeira que atingiu o país naquele ano.

 

O FGC interveio para garantir os depósitos dos correntistas e evitar a quebra do banco, realizando a liquidação extrajudicial do BNC e transferindo seus ativos e passivos para o Banco do Brasil. Essa foi a primeira intervenção do FGC desde sua criação, e serviu como um teste para seu funcionamento e capacidade de proteger os depositantes e manter a estabilidade do sistema financeiro.

 

Além do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), existem outros instrumentos no Brasil que visam proteger os depositantes e garantir a estabilidade do sistema financeiro:

 

Sistema Brasileiro de Garantia de Depósitos (SBGD): é composto por uma rede de instituições financeiras, incluindo bancos, cooperativas de crédito e sociedades de crédito imobiliário, que se comprometem a garantir os depósitos de seus clientes até o limite de R$ 250.000,00.

 

Resolução do Banco Central: é a capacidade do Banco Central do Brasil de intervir e tomar medidas para garantir a estabilidade do sistema financeiro, incluindo a intervenção em instituições financeiras em dificuldades e a liquidação de instituições financeiras insolventes.

 

Cobertura de Depósitos do Banco Central (CDBC): é um mecanismo de cobertura de depósitos criado pelo Banco Central, que garante aos depositantes até R$ 1 milhão, em caso de falência de uma instituição financeira.

 

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